 | Daniel Vorcaro (ao centro, do lado esquerdo da mesa), e o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa (de costas, terno cinza) | Imagem: PF |
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Se o pré-Réveillon foi caótico para o Banco Master… O início de 2026 trouxe a gravação , depois que Dias Toffoli retirou o sigilo do depoimento de Daniel Vorcaro, fundador do banco, à Polícia Federal no dia 30/12. |
Foram 3h de vídeo , gravados na sede do STF, onde o banqueiro tentava explicar o rombo de R$ 47 bilhões . Entre as solicitações da mídia e da regulação, separamos os destaques do que ele disse à delegada: |
Bem à vontade: Vorcaro fez brincadeiras ao se dirigir a um investigador e dizer que ele estava traindo “pegá-lo” desde 2019 . Amizades e política: Ele disse que se tinha “relações políticas como estão dizendo, não estaria de tornozeleira”, mas também afirmou: “Tenho amigos de todos os Poderes, não consigo nominar aqui quem frequentava a minha casa.” A tentativa de venda: Vorcaro afirmou que o BC incentivou a venda do Master ao BRB, e que teria informado que passaria a negociar créditos originados por terceiros — informação negada pelo ex-presidente do BRB ; Os números: Ailton Aquino, diretor do BC, revelou que o Master tinha apenas R$ 4 milhões na caixa quando foi liquidado, valor incomum para um banco que dizia ter R$ 80 bilhões em ativos .
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O que vem pela frente? |
Embora Toffoli tenha dito que há possibilidades de caso retornar à primeira instância, não há nenhuma garantia de que isso ocorrerá. |
O que pode definir o destino do caso são as informações contidas nos celulares apreendidos de Vorcaro e seus aliados . Se aparecerem menções a deputados, senadores ou autoridades com foro privilegiado, o caso deve permanecer no STF . |